Para combater a crise, empresas devem optar por venda recorrente.

Os negócios em geral estão de fato buscando alternativas para frear a crise pré-existente em ramos como comércio, indústria e também em serviços. O último natal, por exemplo, apresentou para o comércio brasileiro um decréscimo considerável nas vendas perante ao natal de 2012. A indústria, impactada fortemente pela crise do petróleo, ensaia um retração evidente. E assim também acontece em alguns mercados de serviços. O que fazer nesse cenário? Existe uma preocupação importante por parte da maioria dos empresários brasileiros. Seja ele de médio, grande ou pequeno porte. O Brasil cresce menos que a maioria dos países da américa latina.

crise

O grande esforço para atrair clientes e mantê-los satisfeitos é um dos maiores desafios para as empresas que pretendem crescer e continuar sobrevivendo. Por isso boa parte delas, está iniciando uma tomada de rumo que caminha para a Venda Recorrente, em outras palavras o “Faturamento Recorrente“. Muito difundida pelos “serviços”, que impulsionaram o modelo da recorrência, o comércio ensaia fortemente trocar o modelo tradicional de venda por demanda, pela venda programada, ou seja, recorrente. Esse é exatamente o apelo da empresa que fundei: A VINDI.

Alguns exemplos como assinatura de filmes, planos de assistência de celulares e também a venda de software, conquistam a maturidade de compra por parte dos consumidores, que deixam de comprar por unidade e passam a “assinar” serviços como por exemplo o Netflix, serviço de assinatura de filmes e séries.  Os consumidores optam nesse modelo pela comodidade e conveniência de obter benefícios como preço e velocidade na entrega. Até pouco tempo atrás, as locadoras eram o principal canal de distribuição de filmes. “Os consumidores chegavam a pagar cerca de R$10,00 para alugar um chamado “blockbuster”. Hoje o serviço de assinatura do Netflix, permite acesso a milhares de produtos entre shows, filmes, documentários e séries, por menos de R$20,00. É a grande mudança do consumo. Não precisamos mais de propriedade, para ter acesso”. É o caso também de infoprodutos como ebooks, podcasts e etc.

Essa mudança de consumo catalizada pela VINDI, é a grande oportunidade para as empresas que podem transformar seus negócios, em empresas de vendas recorrentes. É o caso de empresas de software as a service (Saas), que ao invés da oferecer o produto físico oferecem planos mensais pelo acesso de sistemas, plataformas ecommerce e também softwares de gestão, que possuem a recorrência como forma de modelo de cobrança. “Empresas como Adobe, Amazon e Salesforce, são exemplos grandiosos de como obter sucesso nesse modelo”. São plataformas como a Pagamento Recorrente, que capitaneiam essa mudança, ex: http://pagamentorecorrente.net/.

Se a forma de venda, passa a ser recorrente, a oportunidade é grande para todo o ecossistema. Desde o comprador, que vai absorver vantagens como preço, comodidade e conveniência, até o vendedor (empresa) que mantém em caixa receitas frequentes. O ganho do empresário é grande aliás, enorme estrategicamente falando, já que através de assinantes, mensalistas e  associados, ele consegue prever e planejar o futuro da sua empresa no médio e longo prazo.

A oportunidade é inclusive para o momento de crise econômica, onde os consumidores passam a gastar menos e as empresas começam a sentir esse comportamento. Quem não tiver um modelo de venda recorrente, onde o cliente “assina” um tipo de serviço ou compra produtos no formato recorrente, terá grande problema para atrair o cliente do dia a dia e reter os já existentes. Em uma crise, muitas empresas quebram, outras sobrevivem cortando gastos e a minoria aproveita o momento de crise. A grande oportunidade para as empresas do chamado modelo convencional de “venda a venda”, é exatamente tornar viável a transformação de seus negócios em uma venda recorrente, consequentemente obter o faturamento recorrente. “Além da retenção e do planejamento, empresas que estão no modelo de venda recorrente, podem se dedicar mais ao próprio negócio. Atender melhor o cliente, por exemplo, é uma coisa rara nas empresas brasileiras, muitas não conseguem porque ficam enroscados em problemas e não conhecem seus clientes de fato”.

A venda recorrente é uma grande oportunidade para enfrentar uma crise e também para tornar a empresa de fato, uma empresa com receitas recorrentes. Nem toda empresa pode se tornar um negócio de venda recorrente, mas muitas não sabem que podem também. “Para que a empresa consiga sucesso nesse modelo, o produto ou serviço precisa ser conveniente e trazer comodidade ao consumidor”.

Vale à pena repensar seu negócio se ele ainda não for um modelo de vendas recorrentes.

Abraços, RD

Post Patrocinado/Oferecido por Vindi (http://www.vindi.com.br)

Fontes Citadas: Amazon, Netflix, Salesforce, InfoProduto, Cobrança Recorrente, Vindi, Adobe.

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